domingo, 10 de novembro de 2013

REFLEXÃO



CRONOS, DEUS DO TEMPO



     " Na mitologia grega, Cronos, o deus do tempo é representado por um homem que devora seus próprios filhos. Isso porque Cronos sabia que um de seus filhos o destronaria e para evitar que isso acontecesse, ele comia todos os filhos que nascia.



      Passado o tempo das fantásticas histórias mitológicas ainda somos vítimas das garras de cronos. O relógio numa frenética velocidade de 24 horas por dia vai engolindo nossos planos de viagem e nossas aventuras que vão mergulhando num emaranhado de compromissos que nem sabemos se queremos ou precisamos.



      Quantos de nós motociclistas vamos deixando aquela viagem especial, aquele roteiro que sonhamos, aquela jornada que invade nossos sonhos e que infelizmente aos poucos vamos jogando na voraz boca de Cronos que apenas nos da em troca a sensação de que a vida está passando e que cada dia fica mais difícil realizar nossos sonhos nômades.

      Nômades sim. Porque assim um dia fomos, e caminhamos por essa terra e talvez isso explique um pouco de nossa ânsia e dessa nossa paixão em subir na moto e conhecer lugares, experimentar sabores, trilhar caminhos, conversar com um estranho qualquer à beira da estrada, ver vilas, acampar a beira da cordilheira, encostar a moto a beira de um rio e tomar água fazendo uma concha na mão, sentir  o frio entrar pelo capacete, olhar o sol se por enquanto a moto roda tranquilamente pela aquela bela estrada de chão onde o horizonte é uma linha que nunca será alcançada. "

Há tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É tempo da travessia e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.
Fernando Pessoa

DESPEDIDA DO PRESIDENTE DA COCA COLA (muito curto e excelente) O menor discurso de Bryan Dyson..., ex-presidente da Coca Cola... Ele disse ao deixar o cargo de Presidente da Coca Cola


"Imagine a vida como um jogo em que você esteja fazendo malabarismos com
cinco bolas no ar.
Estas são: seu Trabalho - sua Família - sua Saúde - seus Amigos e sua Vida
Espiritual, e você terá de mantê-las todas no ar.
Logo você vai perceber que o Trabalho é como uma bola de borracha. Se
soltá-la ela rebate e volta.
Mas as outras quatro bolas: Família, Saúde, Amigos e Espírito, são frágeis
como vidros. Se você soltar qualquer uma destas, ela ficará
irremediavelmente lascada, marcada, com arranhões, ou mesmo quebradas, vale
dizer, nunca mais será a mesma.

Deve entender isto: tem que apreciar e esforçar para conseguir cuidar do
mais valioso. Trabalhe eficientemente no horário regular do escritório e
deixe o trabalho no horário. Gaste o tempo requerido à tua família e aos
seus amigos. Faça exercício, coma e descanse adequadamente. E sobre tudo...
Cresça na sua vida interior, no espiritual, que é o mais transcendental,
porque é eterno.

Shakespeare dizia: "Sempre me sinto feliz, sabes por quê? Porque não espero
nada de ninguém. Esperar sempre dói. Os problemas não são eternos, sempre
têm solução. O único que não se resolve é a morte. A vida é curta, por
isso, ame-a!
Viva intensamente e recorde:

Antes de falar... Escute!
Antes de escrever... Pense!
Antes de criticar... Examine!
Antes de ferir... Sente!
Antes de orar... Perdoe!
Antes de gastar... Ganhe!
Antes de render... Tente de novo!

ANTES DE MORRER... VIVA!



VOCÊ NÃO  PRECISA VIVER PRA SEMPRE COMO UMA GALINHA
Imaginem um ovo de águia chocado num galinheiro. Ao nascer, o filhote de águia vai aprender a ciscar para comer minhocas e a se comportar como uma galinha.
Um dia, ao olhar outras águias voando bem alto, ela sentiu que também poderia voar. Então, conversou com seus amigos, que riram e debocharam. Conversou com seus parentes, que a chamaram de sonhadora. A pressão foi tão grande que ela desistiu e viveu uma vida inteira como uma galinha.
Você é uma águia e não uma galinha. Não desperdice sua vida comendo minhocas. Para mudar essa realidade, é preciso ter coragem para se desvencilhar dos paradigmas dessa sociedade galinácea para poder voar alto e assumir a sua verdadeira identidade.
*Adaptação da fábula “A Águia e a Galinha”, de Leonardo Boff.

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